Pobre Rosa!
Tão bela e formosa
Com todo perfume do desabrochar
Em cada pétala seu encanto
E a fragrância da inocência pelo ar.
Ingênua Rosa!
A inspiração do poeta
Que seus versos deseja recitar,
És fascinada por quem a rega
Não imaginando que a maldade do coração anseia matar.
Chora Rosa!
Tuas lágrimas é que irão te regar.
Os espinhos que nascem são para te isolar
De quem te persegue
E teus sonhos pretende acabar.
Por causa da tua beleza
E da fragrância, que ainda está pelo ar
Te tornaste intocável!
Pobre Rosa!
Tão bela e formosa!
DANIELA SÁ
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